domingo, 7 de fevereiro de 2010

ATENÇÃO: VAMOS PARTICIPAR - Projeto de controle populacional tem votação em 9.2.2010

Entra em votação no Senado em  9 de fevereiro de 2010, o PLC 4/2005 na Comissão de Assuntos Econômicos.
Participe enviando sua manifestação pela aprovação !


Estamos começando lentamente mais um ano legislativo. 
Como primeira atividade, temos o PLC 4/2005 do Deputado Affonso Camargo, que estabelece regras para controle populacional de cães e gatos, que entrou em pauta da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado para votação na próxima terça-feira, dia 09/02.

Em anexo segue a lista dos senadores da Comissão, em duas planilhas, Titulares e Suplentes. Solicitamos que, por favor, enviem email para os senadores pedindo a APROVAÇÃO do PLC 4/2005 na votação de terça-feira. Também podem dar uma atenção especial aos senadores do seu estado, lembramos que neste ano teremos eleições, então eles estão mais propensos a atender o público.  

Lembramos que o PLC está na Comissão de Assuntos Econômicos, onde avaliam a viabilidade de financiamento das atividades, então, as afiliadas com experiência em controle populacional podem argumentar com sua própria vivência como o controle populacional diminui o gasto público em longo prazo.

É bem possível que essa votação seja feita com poucos senadores, pois muitos ainda não voltaram. 

Fonte: http://focinhosgelados.com.br/portal/

Comentário
Vamos todos mandar e-mails, ligar, manifestar-mo-nos a favor da aprovação desse Projeto de Lei que aplicará a todo o País, o que já é lei no Estado de São Paulo: Controle  Populacional de cães e gatos, atraves da Castração! Fim aos sacrifícios nos Centros de Controle de Zoonoses!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Morre Dr. Marcel Benedetti

Morreu hoje, 1 de fevereiro de 2010, às 11 horas da manhã, Dr. Marcel Benedetti, veterinário e escritor.
Dr. MArcel Benedetti lutava contra um câncer de fígado. Além de seu trabalho como veterinário, D. Marcel tinha vários livros de sua autoria, sobre os animais na ótica kardecista, bem como, os comentários na Rádio Boa Nova FM, com o programa "Nossos Irmãos Animais"
No dia 4 de janeiro, falamos de seu trabalho em um centro espírita para animais:
http://focinhosgelados.com.br/portal/modules/soapbox/article.php?articleID=18
O velório será realizado a partir das 5 horas da manhã do dia 2 de fevereiro, no Crematório da Vila Alpina em São Paulo, e a cremação ocorrerá as 10 horas da manhã.

Dr. Marcel deixa um trabalho em prol dos animais de inestimável valia, pois sempre mostrou que eles são nossos irmãos, tem senciência e mereciam todo nosso respeito. E, para os que acreditam, temos certeza de que já deve ter iniciado seus trabalhos pelos nossos irmãos na espiritualidade.
Nossas preces de agradecimento e que ele tenha muita Luz.

Fonte:  http://focinhosgelados.com.br/portal/modules/news/article.php?storyid=59

Meu comentário
Essa notícia muito me entristeceu, pois perdemos um grande defensor dos animais. Uma pessoa que tinha uma visão muito ampla da  nossa responsabilidade em tratar nossos amigos animais como nossos companheiros de jornada evolutiva. Espero que ele possa em breve estar recuperadado para prosseguir com seu trabalho pelos animais, em outra esfera, ou aqui, onde precisamos muito de espíritos com essa visão de que somos todos filhos do mesmo Criador.
Visitem o blog do Dr. Marcel e conheçam um pouco do maravilhoso trabalho por ele desenvolvido:
http://marcelbenedeti.com.br/blog/

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

FIM DE ALGUMAS ESPÉCIES TERMINARIA COM A HUMANIDADE EM POUCOS MESES


A perda de biodiversidade tornou-se um problema muito sério no mundo moderno e, por causa da atividade do ser humano, deu-se uma quebra no habitat de muitas plantas e animais que, consequentemente, não sobreviveram. A ciência é crucial para salvar os seres em risco, mas não é suficiente sem uma intervenção política em tempo útil. Por isso, para lembrar a importância da Biodiversidade e mobilizar consciências mundiais, 2010 foi escolhido para ser o Ano Internacional da Biodiversidade – lançado hoje e amanhã em Paris. A multiplicidade de seres, existentes hoje, resulta de quarto mil milhões de anos de evolução de várias espécies e a ligação que mantida entre elas apoia numa regra simples: todos são necessários – e este é o princípio básico para manter a vida na Terra. Cada animal ou planta desempenha um papel que torna o sistema de funcionamento da Natureza perfeito ou, pelo menos, mantinha até o ser humano começar a ‘fazer mudanças’.

Segundo o biólogo O. E. Wilson, da Universidade de Harvard (EUA), os insetos são tão importantes que se viessem a desaparecer, “a humanidade provavelmente não sobreviveria mais do que poucos meses”.
A afirmação é taxativa e a explicação é simples: tendo em conta que a Biodiversidade se refere à variedade de vida no planeta Terra e às funções ecológicas executadas pelos organismos nos ecossistemas – inclui a totalidade dos recursos vivos, biológicos, e genéticos e os seus componentes –, a espécie humana depende dela para a sua sobrevivência. E não se trata apenas de uma questão de cadeia alimentar.

Por exemplo, se as aranhas desaparecessem todas ou grande parte delas, o número de insetos aumentaria e gerariam pragas – que devastariam campos de cultivo, acabando com o sustento de várias famílias, espalhando doenças que se multiplicariam e nos deixando sem meios para travar a maior parte dos vírus que daí adviessem, já que os insetos são os maiores transmissores de patologias. Para a natureza, todos os seres são úteis e têm a sua razão de ser, fazendo parte de um contexto geral no qual o próprio ser humano tem o seu lugar. Albert Einstein já alertou: “Quando as abelhas desaparecerem da face da Terra, o homem terá apenas quatro anos de vida”. O processo seria lento, mas eficaz. Este himenóptero tem um importante papel polinizador e todo o ecossistema seria alterado sem ele. A função ecológica das abelhas é fundamental na manutenção da diversidade de espécies vegetais e para a reprodução sexual das plantas. Durante suas visitas às flores, estes insetos transferem o pólen de uma para outra, promovendo a chamada polinização cruzada – os grãos de pólen caem e atingem o estigma, o elemento feminino da flor, provocando a sua fecundação – e é nesse momento que ocorre a troca de gâmetas entre as plantas. Uma boa polinização garante a variabilidade genética dos vegetais e a formação de bons frutos. As células existentes no ovário da flor desenvolvem-se, geram frutos e sementes que, germinando, fazem nascer novas plantas, garantindo a continuidade da vida vegetal.

Outro animal, aparentemente isolado, como o urso polar, que habita as regiões do círculo polar Árctico e territórios próximos como Canadá, Alasca, Sibéria, Gronelândia e ilhas próximas como Svalbard (Noruega) e Wrangel (Rússia), também contribui e sua falta pode chegar até nós de forma devastadora. Se estes animais desaparecessem, haveria uma superabundância de peixes nessas zonas; logo, estes, em pouco tempo deixariam de ter alimentos – a flora marinha seria imediatamente afetada. As algas, por exemplo, são componentes importantes dos ecossistemas marinhos, contribuindo para elevar a biodiversidade. São plantas avasculares (possuem vasos de transporte), fotossintéticas (consumem dióxido de carbono e produzem oxigénio) e estão na base da cadeia trófica servindo de alimento a peixes, moluscos, esponjas, etc. Um relatório divulgado pela associação internacional World Wide Fund For Nature (WWF), no ano passado, já avisava sobre o impacto das alterações climáticas sobre as espécies mais emblemáticas do planeta, e traçou um quadro assustador: “Imaginem um mundo sem elefantes na savana africana, onde os orangotangos apenas existem em cativeiro ou em que as imagens de ursos polares em cima de icebergs só persistem em filmes?”.
O urso polar é um dos animais mais ameaçados pelas alterações climáticas e está condenado a extinguir-se dentro de uns meros 75 anos. Com o degelo das calotes polares, muitos ursos têm sido en
contrado afogados longe dos seus territórios naturais, vítimas do deslocamento de imensas massas de gelo que se separam com os animais em cima e que acabam por derreter, deixando-os longe de um local firme e levando-os a morrer.

Portugal


Ao longo dos últimos seis anos, mais de 70 cientistas de dez universidades portuguesas participaram na análise das condições naturais do nosso país e traçaram cenários sobre o nosso relacionamento com o meio ambiente até 2050. Tiveram em mente o bem-estar humano ao fazerem a avaliação de Portugal à mesma luz com que as Nações Unidas tinham patrocinado a ideia do levantamento a nível global.
O resultado apurado foi que 40 por cento dos rios estão em mau estado, 70 por cento das espécies de água doce estão ameaçadas, os recursos pesqueiros no oceano estão sobreexplorados e os escassos bons solos já estão afetados por “más práticas agrícolas e impermeabilização urbana”.

O relatório da WWF compila dados de vários relatórios científicos e, segundo este, o cenário leva consequentemente à perda de biodiversidade.
No contexto da comemoração do Ano Internacional da Biodiversidade em 2010 proposta pela Organização das Nações Unidas, o governo português decidiu criar um Comitê de apoio à iniciativa, cujo objetivo é criar um conjunto de atividades comemorativas em Portugal e nos países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). O Comitê Português para o Ano Internacional da Biodiversidade irá funcionar com o apoio da Comissão Nacional da UNESCO, criando parcerias com o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade.
Haverá uma série de exposições e ainda um concurso implementado nas escolas sobre “Alterações Climáticas e a Biodiversidade”, um Encontro Internacional de Jovens Cientistas do Futuro e uma ação de formação destinada a professores de Cabo Verde, entre outras iniciativas.
Pegada Ecológica Cada ser vivo necessita de uma quantidade mínima de espaço natural produtivo para sobreviver.

A Pegada Ecológica permite calcular a área de terreno produtivo necessária para sustentar o nosso estilo de vida e quanto maior for, mais recursos são consumidos e assim consequentemente, desde o tipo de alimentação, lixo produzido, energia utilizada, etc.
Segundo o Relatório Brundtland, na Pegada Ecológica está implícita a ideia de que dividimos o espaço com outros seres vivos e um compromisso geracional, isto é, “capacidade de uma geração transmitir à outra um planeta com tantos recursos como os que encontrou”.

Este documento foi elaborado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, faz parte de uma série de iniciativas, que reafirmam uma visão crítica do modelo de desenvolvimento adotado pelos países industrializados e reproduzido pelas nações em desenvolvimento, e que ressaltam os riscos do uso excessivo dos recursos naturais sem considerar a capacidade de suporte dos ecossistemas.
Existem atividades diárias simples que podem contribuir para a diminuição da nossa Pegada Ecológica, como: reciclar, utilizar aparelhos elétricos e eletrônicos de baixo consumo, reduzir o uso de sistemas de climatização, investindo em bons isolamentos na habitação, preferir produtos produzidos localmente e especialmente ecológicos, pois consomem menos combustível no seu transporte, produzindo menos emissões e contribuem para a manutenção do emprego e para o desenvolvimento da economia regional, entre outros hábitos. Se adotarmos comportamentos mais amigos do ambiente que, direta ou indiretamente, permitem reduzir a quantidade de recursos necessários às nossas atividades diárias, reduzir emissões de dióxido de carbono, isso poderá salvar a vida de algumas espécies, além da nossa “Humanidade”.
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Fonte: Ciência Hoje via ANDA

Sumiço

Estive meio sumida, por conta das atribulações da vida.. Eita mundo globalizado, a gente num tem tempo pra mais nada (qdo deveria ser justamente o contrário).
Espero poder normalizar as postagens daqui pra frente.
Continuo tirando forças da natureza que amo.
Beijos

terça-feira, 25 de agosto de 2009

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

No Limite testa muito mais os limites de um público com postura ética do que o de seus participantes

Em busca de audiência, às vezes, as emissoras perdem a noção de bom-senso. Deixam, inclusive, de avaliar que tipo de audiência querem atrair e que tipo de pessoas irão formar com os programas que exibem. É uma responsabilidade muito grande colocar um programa no ar: tanto de seus produtores quanto dos editores, diretores e apresentadores.
O mundo todo se mobiliza em função de tratar eticamente os animais, incluindo os que são usados na alimentação.Em países mais avançados a vivessecção já está sendo banida. Por isso, hoje em dia quase ninguém mais fica indiferente as cenas que o programa No Limite da Globo andou exibindo com matança de galinhas e coruja amarrada pelas asas. Aliás, não se deveria dar aos participantes do programa a opção de matar galinhas. Estamos falando de um programa de TVe não de uma granja. Existem leis que proibem o uso de animais em ações de entretenimento, ainda mais quando isso implica em aflição e dor para essas criaturas indefesas.
É comum vermos em filmes estrangeiros cenas com matança de bichos (O Corvo é um exemplo), mas depois a gente lê no letreiro: nenhum animal deste filme foi submetido a maus-tratos. Infelizmente, o mesmo não ocorreu com Cidade dos Homens naquela perseguição à galinha que terminou sendo realmente morta (um filme que pode ganhar muitos prêmios, mas eu não me dou o trabalho de assitir e muito menos de elogiar). Se os atores não precisam ferir de verdade uns aos outros... se há técnicas tão perfeitas para sugerir morte e sangue, por que não aplicar as mesmas técnicas nas cenas com animais a fim de poupá-los de sofrimentos reais?
Matar animais não é arte e nem diversão.Várias pessoas perceberam também que uma coruja colocada no cenário de apresentação do programa estava amarrada pelas asas! Ela pode ter sofrido cortes e ferimentos capazes de impedí-la pra sempre de voar.
O que mais choca é que eu e milhares de outras pessoas crescemos assistindo o Globo Repórter - um programa que sempre lutou pela preservação ambiental e da fauna em vários pontos do mundo. O Globo Repórter teve um papel importantíssimo na formação das crianças e jovens brasileiros. Por isso, o programa No Limite causa grande decepção em seu público fiel, que sempre acompanhou programas voltados para a proteção da fauna.
Tenho 20 anos de jornalismo e só vi cenas de teor semelhante em programas de baixíssimo nível que logo saíram do ar. Há muitas formas saudáveis de se testar o "limite" das pessoas num programa de TV. Formas que, inclusive, podem passar uma mensagem ecológica ou eticológica ao público. E há muitos jornalistas éticos que podem ajudar a Globo nisso. O que não pode acontecer é as emissoras terem permissão para continuar colocando à prova o "limite" dos espectadores ao terem que tolerar cenas de crueldade contra animais indefesos.
Espero que a Globo, seus jornalistas mais sérios e os orgãos que fiscalizam as redes de comunicação no país tomem uma providência. Afinal... é o mínimo.
No site da ARCA Brasil há uma carta-modelo para as pessoas que quiserem se manifestar a respeito. Acessem:
Fátima Chuecco - jornalista ambientalista - responsável pela divulgação do Ano Internacional do Gorila no Brasil - YoG 2009 (da Unesco) www.gorillashelp.com

domingo, 26 de julho de 2009

Cachorro cego no Reino Unido tem seu próprio cão-guia


A cadela "Bonnie" orienta seu colega durante passeios ou mesmo quando ele precisa comer ou beber água. Quando eles estão juntos, "Clyde" parece um cão normal, plenamente capaz.

O inseparável casal foi resgatado da rua há três semanas. Agora, um centro de proteção e cuidados de animais está procurando uma nova casa para eles.

Segundo Cherie Cootes, de 40 anos, que trabalha no centro de resgate de cães "Meadow Green”, em Londres (Reino Unido), "Clyde" ficaria perdido sem "Bonnie" e, por isso, eles precisam ser adotados juntos.

"Ele depende totalmente dela o tempo todo. Quando caminha, ela tende a parar para ter certeza que ele está lá. Ela enxerga por ele", afirmou Cherie, destacando que não existe a menor possibilidade deles serem adotados separadamente.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo